Em movimento que antecipa a transição no comando da Justiça Eleitoral, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve eleger seu novo presidente na próxima terça-feira (14). A atual dirigente da Corte, a ministra Cármen Lúcia, decidiu adiantar sua saída do cargo, encurtando o calendário inicialmente previsto para a mudança de gestão.
Pelo sistema de rodízio, tradição consolidada dentro do tribunal, a tendência é que a presidência seja assumida pelo ministro Nunes Marques, tendo como vice o ministro André Mendonça. A definição formal ocorrerá por meio de eleição interna entre os integrantes da Corte.
A antecipação do pleito foi anunciada por Cármen Lúcia na semana passada. Inicialmente, a transição estava prevista para ocorrer entre o fim de maio e o início de junho, mas o novo cronograma acelera o processo de sucessão no tribunal responsável pela organização e fiscalização das eleições no país.
Com a escolha da nova cúpula, terá início o período de transição administrativa. A posse do novo presidente e do vice deve ocorrer até o fim de maio, consolidando a mudança no comando do TSE em um momento estratégico para a preparação do calendário eleitoral e das diretrizes que vão nortear os próximos pleitos no Brasil.
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