Adjunto Afonso declara apoio a Roberto Cidade para eleição indireta ao governo do Amazonas

A afirmação foi feita na noite deste domingo de Páscoa, 5, após a cerimônia de posse de Cidade.

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O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Adjunto Afonso (União Brasil), declarou apoio político ao governador interino Roberto Cidade (UB) para a eleição indireta que deve escolher o novo chefe do Executivo estadual. A afirmação foi feita na noite deste domingo de Páscoa, 5, após a cerimônia de posse de Cidade.

Questionado sobre um eventual alinhamento político, Adjunto foi direto ao confirmar o apoio. “Sim, claro, nós somos um grupo político”, disse durante entrevista coletiva à imprensa, indicando que deve caminhar junto com o atual governador interino no processo que será conduzido pela Casa Legislativa.

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Durante a entrevista, o parlamentar também destacou que a Aleam já trabalha na elaboração de uma lei que vai regulamentar a eleição indireta no Estado. Segundo ele, a Procuradoria da Casa está preparando o texto, que deve estabelecer regras claras para o pleito, considerado inédito no Amazonas. A expectativa é que a proposta seja apresentada nos próximos dias para tramitação e votação, permitindo a convocação da eleição dentro do prazo legal de até 30 dias.

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Adjunto lembrou ainda que, em 2017, quando o então governador José Melo foi cassado, não houve eleição indireta. Na ocasião, o então presidente da Aleam, David Almeida, assumiu interinamente o cargo até a realização de eleições diretas. Agora, segundo ele, o cenário é diferente, já que Roberto Cidade deixa o comando do Legislativo para assumir o governo.

Por sua vez, Roberto Cidade evitou antecipar o debate político sobre a eleição indireta e reforçou que o foco, neste momento, é a transição administrativa. O governador interino afirmou que a prioridade é manter o funcionamento dos serviços essenciais e garantir estabilidade na gestão após as renúncias de Wilson Lima e do vice Tadeu de Souza.

Cidade também defendeu a continuidade das ações do governo e a condução de uma gestão transparente. Segundo ele, a discussão sobre o processo eleitoral não é prioridade imediata e deve ficar em segundo plano diante das demandas administrativas do Estado.

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