Romeu Zema recusa ser vice de Flávio Bolsonaro e mantém pré-candidatura à Presidência

O governador de Minas Gerais ainda descartou uma possível aliança com federação União Brasil–Progressistas

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O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta segunda-feira (9) que não cogita integrar como vice uma eventual chapa liderada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em entrevista à CNN Brasil, o governador disse que não recebeu qualquer convite e garantiu que pretende manter sua candidatura até o fim da disputa.

“Pretendo levar minha pré-campanha e a campanha até o final. Ser vice de outro candidato significaria, de certa forma, o partido Novo abrir mão de posições com as quais não concordamos”, afirmou Zema a jornalistas no Senado Federal do Brasil.

Na ocasião, o governador também anunciou um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Questionado sobre possíveis alianças partidárias, Zema também descartou qualquer aproximação com a federação União Progressistas, formada por Progressistas (PP) e União Brasil. Segundo ele, uma composição desse tipo poderia descaracterizar os princípios do Partido Novo.

Ao comentar a dificuldade de articulação com outras siglas, especialmente partidos do centrão, Zema afirmou que manterá suas posições, inclusive em relação à defesa do afastamento de ministros do STF.

“Desde o início da minha trajetória política, sempre procurei defender aquilo que considero correto. Mesmo que isso signifique perder apoios ou reduzir as chances eleitorais, não vou abrir mão dessas convicções”, declarou.

*Com informações da CNN

Leia mais: Em nova pesquisa, Flávio Bolsonaro tem 46,3% e Lula 46,2% no segundo turno

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