Érica Lima: Rejeição e controle de narrativa podem definir eleição no Amazonas

A declaração foi feita durante participação no programa Onda News, da TV Onda Digital, nesta sexta-feira (17)

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A pesquisadora eleitoral Érica Lima afirmou que a disputa pelo Governo do Amazonas segue equilibrada entre os principais pré-candidatos e que fatores como rejeição e controle da narrativa serão determinantes ao longo da campanha eleitoral. A declaração foi feita durante participação no programa Onda News, da TV Onda Digital, nesta sexta-feira (17).

Segundo a pesquisadora, as pesquisas qualitativas indicam um cenário de equilíbrio entre os nomes que disputam o eleitorado, uma vez que todos possuem pontos positivos e negativos na percepção da população.

“A pesquisa qualitativa mostra um empate técnico entre todos eles, porque a percepção da população sobre cada personagem, cada pré-candidato, tem prós e contra. E a rejeição? A rejeição pesa mais, porque se um candidato começa a mexer no seu coração, aquilo que você tem de rejeição tende a crescer”, afirmou.

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Na avaliação de Érica Lima, embora a rejeição seja um fator relevante, ela pode ser modificada ao longo da campanha por meio da comunicação adotada pelos candidatos.

“Só que o controle de narrativas… você pode ter rejeição comigo, mas no momento que eu chego com você e mudo a narrativa, isso muda”, disse.

A pesquisadora também associou o momento político ao contexto social vivido pela população, afirmando que aspectos emocionais podem influenciar diretamente a decisão do eleitor.

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“Tem uma situação no Amazonas e no Brasil: a população como um todo está sofrendo de ansiedade, as pessoas estão carentes, e quando você faz um gesto de boa-fé, ou uma palavra, aquilo pode mudar automaticamente”, declarou.

Para Érica Lima, a corrida eleitoral será marcada por mudanças constantes de cenário, exigindo das campanhas monitoramento permanente e ajustes de estratégia.

“Isso não é uma eleição que eu vou fazer um planejamento agora e outro depois. Não. Ela é um termômetro que vai estar subindo e descendo. Esse termômetro está tão complicado que não é à toa que todas as equipes de comunicação estão lutando e travando uma guerra”, concluiu.

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