Novo presidente do TSE celebra posse em evento que arrecadou R$ 640 mil

Evento reuniu magistrados, políticos e artistas após cerimônia oficial de transmissão da presidência da Corte Eleitoral

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A celebração pela posse do ministro Kassio Nunes Marques como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) movimentou Brasília na noite desta terça-feira (12), com arrecadação de R$ 640 mil obtida por meio da venda de 800 convites para a festa realizada após a cerimônia oficial.

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Cada ingresso foi comercializado por R$ 800, e a procura superou as expectativas da organização. O alto volume de interessados chegou a provocar o bloqueio de códigos de acesso emitidos inicialmente, exigindo revalidação junto à Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), entidade que prestou apoio operacional ao evento.

A comemoração ocorreu no espaço Villa Rizza, tradicional casa de eventos da capital federal, e reuniu magistrados, parlamentares, advogados, empresários e artistas.

Mais cedo, a solenidade oficial no plenário do TSE recebeu cerca de 1.500 convidados e marcou a transição da presidência da ministra Cármen Lúcia para Nunes Marques.

A cerimônia reforçou o caráter institucional da mudança de comando da Justiça Eleitoral, em um momento considerado estratégico diante da preparação para as eleições de 2026.

Após a posse, a confraternização foi marcada por apresentações musicais e clima festivo. O novo presidente do TSE chegou a subir ao palco e cantar ao lado de Jorge Aragão, interpretando clássicos do samba.

Também se apresentaram no evento nomes como Dudu Nobre, Ivo Meirelles, Natanzinho e Lipe Lucena. O cantor Raimundo Fagner esteve entre os presentes.

A festa contou ainda com a presença de integrantes do Supremo Tribunal Federal, ministros de cortes superiores e lideranças políticas de diferentes espectros partidários, incluindo o senador Flávio Bolsonaro.

Indicado ao Supremo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Kassio Nunes Marques assume a presidência da Corte Eleitoral em meio a expectativas sobre sua condução do processo eleitoral.

À frente do tribunal até maio de 2027, o ministro deverá liderar debates sobre segurança das urnas eletrônicas, combate à desinformação e regulamentação do uso de novas tecnologias no ambiente eleitoral brasileiro.

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