27.3 C
Manaus
quinta-feira, abril 18, 2024

Após recolhimento de votos nesta quinta, sessão de julgamento é adiada por Moraes novamente

Com o prosseguimento dos votos e dar a devolutiva do resultado parcial.

Por

O Tribunal Superior Eleitoral realizou nesta quinta(29) o julgamento do ex presidente Jair Bolsonaro e retornará nesta sexta (30) com o prosseguimento dos votos e dar a devolutiva do resultado parcial.

Saiba como foram as sessões anteriores

Segunda Sessão

A segunda sessão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi no dia 27 de junho. Durante o processo, o relator ministro Benedito Gonçalves apresentou o seu voto com as devidas justificativas.

Devido o texto constitucional ser extenso, o ministro do TSE Alexandre de Moraes solicitou uma pausa de 20 minutos de intervalo e depois retornaram o julgamento.

Depois de algumas horas, Moraes decidiu adiar mais uma vez a sessão do julgamento e informou que irá retornar no dia 29 de junho.

Primeira Sessão

A primeira sessão foi realizada no dia 22 de junho. Nessa sessão, ocorreu a leitura do relatório do corregedor-geral eleitoral, Benedito Gonçalves. Ele será o primeiro a votar quando a sessão for retomada.

A sessão também teve as sustentações orais das partes e a leitura do parecer do vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, que reforçou a defesa da inelegibilidade de Bolsonaro e da absolvição de Braga Netto, que foi candidato a vice na chapa de Bolsonaro.

Após o breve discurso do corregedor, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, passou a palavra para o advogado do PDT, Walber de Moura Agra, que disse o seguinte:

“Os fake News povoam infelizmente da parte brasileira, cada fato aqui por si só um, trata-se de uma pluralidade, a eleição de 2018 e eleições de 2022, tipificação de conduta vedada, de uso indevido de comunicação, será que vamos entrar novamente em cegueira coletiva, desviou propaganda institucional para divulgar fake News, ataques sistêmicos à democracia, tentativa de golpe militar”.

Em contrapartida, o advogado de defesa do réu, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, afirmou: “Onde os fins não justificam os meios, é por meio do Estado democrático de direito que se funde justamente a racionalidade e equilíbrio aos atos de poder, porém não deve existir política na arte do dinheiro, pois são conquistas inegociáveis”.

Por Tatiana Nascimento

Revisora Vanessa Souza

Foto: Divulgação

Leia Mais : Caso Henry Borel ganha novas atualizações e MPAM promove palestra sobre Lei

Fique ligado em nossas redes

spot_img

Você também pode gostar

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -