Convenções devem aumentar disputa entre pré-candidatos ao Governo do AM, diz pesquisadora Érica Lima

A declaração foi feita durante participação no programa Onda News, da TV Onda Digital, nesta sexta-feira (17).

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A pesquisadora eleitoral Érica Lima afirmou que, após a realização das convenções partidárias, a disputa pelo Governo do Amazonas deve se intensificar entre os principais pré-candidatos. Segundo ela, o cenário tende a provocar um desgaste natural entre os nomes que disputam o mesmo eleitorado, ao mesmo tempo em que impõe ao senador Omar Aziz (PSD) o desafio de ampliar sua vantagem nas pesquisas ou consolidar sua base de apoio.

A declaração foi feita durante participação no programa Onda News, da TV Onda Digital, nesta sexta-feira (17).

Na avaliação da pesquisadora, Maria do Carmo (PL), David Almeida (Avante) e Roberto Cidade (União Brasil) devem disputar espaço dentro de uma mesma faixa do eleitorado.

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“Após as convenções eu vejo um desgaste natural dos três, que seria Maria do Carmo, David Almeida e Roberto Cidade. São três linhas de frente que estão todos numa mesma linearidade, então eles vão competir para poder crescer. E aí há o desafio maior do senador Omar Aziz em crescer aquele número, ou então trazer uma sustentação robusta para esse número”, afirmou.

Érica Lima também destacou que as pesquisas eleitorais exercem influência sobre a percepção do eleitor e podem alterar a dinâmica da disputa.

“Quando a gente fala em comportamento e percepção do eleitorado, o eleitorado se influencia muito pelas pesquisas. Não é à toa que os institutos são baseados quando publicam um resultado, porque isso mexe com o tabuleiro”, disse.

Segundo a pesquisadora, a tendência é que os eleitores acompanhem atentamente os próximos movimentos das campanhas, observando mudanças de estratégia e a consolidação de candidaturas.

“Agora, esse grupo de eleitores vai justamente verificar essas movimentações, porque ele vê consolidação, mudança, estratégia e ele quer gestão. Mas que gestão é esta?”, questionou.

Para Érica Lima, a disputa tende a ser definida também pela capacidade dos candidatos de construir uma narrativa capaz de estabelecer conexão com o eleitor.

“Na verdade, o eleitor quer um lado, ele quer emoção, e é aí que a gente começa um momento que eu acho muito interessante, que é o discurso. Quem é que vai ter o melhor controle de narrativa? Quem é que vai conseguir gerir uma comunicação que leve empatia, emoção e que traga esse eleitor para si?”, concluiu.

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