As ações do governo Lula voltaram a ser centro de debate na Câmara Municipal de Manaus (CMM). Nesta terça-feira (9), os vereadores comentaram sobre as ações de combate ao crime organizado, dividindo opiniões a respeito do assunto.
A pauta foi iniciada pelo vereador Coronel Rosses (PL), que questionou o compromisso do presidente Lula (PT) com o combate ao crime organizado nas fronteiras do Amazonas.
Conforme noticiou O Convergente, o governo anunciou o corte de R$ 4,3 bilhões no orçamento do Ministério da Defesa, o que levou o Exército Brasileiro a suspender operações em andamento em áreas estratégicas da região amazônica.
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“Agora, de uma maneira que eu não consigo entender, um corte que vai engessar todo trabalho que as Forças Armadas realizam nas nossas áreas de fronteira. […] Parece que foi uma decisão passional e vingativa, de um presidente que se diz aliado das facções, até o momento ele não quer dizer que são terroristas”, disse.
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Na tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), nesta terça-feira (9), o vereador Zé Ricardo (PT) voltou a defender o presidente Lula das críticas feitas por parlamentares da oposição ao governo federal.
Durante o discurso, o vereador argumentou que Lula tem adotado medidas de enfrentamento ao crime organizado e citou a sanção de leis voltadas ao fortalecimento da segurança pública. Segundo Zé Ricardo, é equivocada a narrativa de que o presidente seria conivente ou favorável à atuação de organizações criminosas.
“O colega vereador falou, o que eu considero uma inverdade, dizer que o Lula é aliado das facções, joga com o narcotráfico. […] Não sei se ele está falando de sã consciência, no aspecto de entender que é exatamente ao contrário. A administração do presidente Lula é o governo que, efetivamente, está tendo ações de combate contra narcotráfico, as facções”, afirmou.
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Essa é a segunda vez que os vereadores protagonizam um embate de opiniões contra e em defesa do governo federal. Na semana passada, os dois parlamentares marcaram a sessão plenária com discursos sobre a decisão dos Estados Unidos, que incluiu as facções brasileiras na lista de grupos terroristas.
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