Em Parintins, Roberto Cidade confirma apoio à Venezuela após terremotos destruírem o país

Governador enviou ofício à Venezuela colocando a estrutura do Estado à disposição

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O governador do Amazonas, Roberto Cidade (UB), manifestou solidariedade ao Governo da Venezuela após os fortes terremotos que atingiram o país nos últimos dias e deixaram milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade.

A manifestação oficial foi formalizada neste sábado, 27, por meio de um ofício encaminhado à Embaixada da Venezuela no Brasil, no qual o Governo do Amazonas expressa apoio às ações emergenciais de resposta à tragédia, além das operações humanitárias voltadas ao atendimento das vítimas.

No documento, o governador também solicita a confirmação do recebimento da comunicação oficial pela representação diplomática venezuelana, reforçando o compromisso institucional diante do momento delicado enfrentado pelo país vizinho.

Neste sábado (27), durante entrevista à imprensa no Festival de Parintins, Roberto Cidade confirmou o apoio à Venezuela e afirmou que colocou toda a estrutura do Governo do Amazonas à disposição para auxiliar o povo venezuelano.

“Já nos colocamos à disposição, já mandamos um e-mail e entramos em contato com a Venezuela. Queremos enviar algo que seja possível e que a gente possa ajudar de fato, sem querer aproveitar um momento como esse. Nós já nos colocamos à disposição”, afirmou o governador.

Leia mais: Prefeito Renato Junior anuncia envio de ajuda humanitária à Venezuela após terremoto

Nos últimos dias, dois fortes terremotos atingiram a Venezuela. Um deles chegou a 7,5 de magnitude, enquanto outro registrou 7,1, ocorrendo logo em seguida. Os tremores também foram sentidos em Manaus, onde moradores relataram abalos em prédios e momentos de apreensão.

Segundo instituições locais, pelo menos 60 mil pessoas estariam desaparecidas após os terremotos, enquanto equipes de resgate seguem mobilizadas em busca de vítimas e sobreviventes.

A iniciativa reforça a relação de cooperação entre o Amazonas e a Venezuela, que compartilham fronteira na região Norte e mantêm laços estratégicos em diversas áreas, especialmente em questões humanitárias e de integração regional.

O gesto ocorre em meio à mobilização de autoridades e organismos internacionais para prestar assistência às áreas afetadas pelo desastre natural. Até o momento, equipes de ajuda humanitária seguem atuando no atendimento às vítimas e na avaliação dos danos causados pelos tremores.

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