Afastamento de Eduardo Bolsonaro da PF vale até conclusão de investigação interna

Eduardo Bolsonaro pode ser demitido por abandono de cargo, aponta processo

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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) foi afastado preventivamente da função de escrivão da Polícia Federal. A decisão foi tomada pela Corregedoria Regional da corporação no Rio de Janeiro.

Eduardo responde a um processo administrativo disciplinar instaurado em janeiro para apurar faltas sem justificativa no exercício da função. O cargo de escrivão exige atuação presencial e não pode ser desempenhado de forma remota.

O afastamento é temporário e permanece válido até a conclusão do procedimento interno. Caso não reassuma presencialmente as atividades, ele poderá responder por abandono de cargo, o que pode resultar em demissão.

Desde que assumiu mandato na Câmara dos Deputados, Eduardo não recebia salário como escrivão. Ele deixou o posto de parlamentar no fim do ano passado e, para voltar a receber como servidor público, precisa se reapresentar à corporação. A remuneração inicial da carreira é de aproximadamente R$ 14 mil.

Eduardo Bolsonaro ingressou na Polícia Federal em 2010. Ele está nos Estados Unidos desde março do ano passado, quando se licenciou do mandato parlamentar.

O ex-deputado também é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por coação, em processo relacionado à sua atuação nos Estados Unidos contra autoridades brasileiras.

*Com informações da CNN

Leia mais: “Tenho inveja”, diz Eduardo ao comparar prisão de Bolsonaro à de Maduro

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