O Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado do Amazonas (Sinpol-AM) tornou pública uma nota de desagravo em apoio à investigadora Anabela Cardoso de Freitas, após a repercussão da Operação Erga Omnes e a veiculação de conteúdos que mencionam o nome da servidora.


A Operação Erga Omnes, conduzida para apurar supostas irregularidades envolvendo agentes públicos, ganhou destaque nos últimos dias e passou a mobilizar o debate público no estado. Diante da exposição, o sindicato decidiu se posicionar oficialmente.
Na manifestação, a entidade sustenta que a investigadora possui histórico profissional pautado pela ética, dedicação ao serviço público e respeito às normas institucionais. O Sinpol-AM afirma que a servidora construiu sua carreira com base na legalidade e na responsabilidade funcional dentro da Polícia Civil do Amazonas.
O sindicato também fundamenta o desagravo em garantias previstas na Constituição Federal, ressaltando o princípio da presunção de inocência, que impede a atribuição de culpa antes de decisão judicial definitiva, e a proteção à honra e à imagem das pessoas.
Sem entrar em detalhes sobre o mérito das investigações, a entidade critica o que considera julgamentos prematuros e associações indevidas, defendendo que qualquer apuração deve seguir o devido processo legal, assegurando contraditório e ampla defesa.
A operação segue sob análise das autoridades competentes e, até o momento, não há sentença judicial relacionada ao caso mencionado pelo sindicato.


