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segunda-feira, maio 27, 2024

“Bolsonaro é a negação absoluta das liberdades democráticas”, critica Marcelo Ramos sobre ato no Rio de Janeiro

Em tom de crítica, Ramos enfatizou que as medidas defendidas pelo ex-presidente são negativas no que diz respeito à prática política

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O ato do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Copacabana, no Rio de Janeiro, abriu janelas para críticas políticas após seus posicionamentos neste domingo (21) em defesa das liberdades democráticas na capital carioca. Um deles foi o pré-candidato a prefeito de Manaus e oposição da direita, Marcelo Ramos (PT).

O advogado usou as redes sociais para ‘alfinetar’ os apoiadores e o ex-mandatário do país, afirmando, no Instagram, que é impossível não se manifestar quando ‘bolsonaristas’ falam em liberdade democrática. O ex-deputado chegou a contrastar o ex-presidente, dizendo que a liberdade democrática equivale a Fernandinho Beira-Mar falar sobre as drogas, ou Marcola falar sobre o crime organizado.

Em tom de crítica, Ramos enfatizou que as medidas defendidas pelo ex-presidente são negativas no que diz respeito à prática política.

“Bolsonaro é a negação absoluta das liberdades democráticas pela sua prática política e de vida. Bolsonaro tradicionalmente defendeu medidas que tiraram do povo brasileiro o direito e a liberdade de falar, de se manifestar e de votar. Bolsonaro defendeu a ditadura militar, defendeu o AI5, defendeu a tortura na figura do coronel Ustra”, disse.

O atual petista ‘tirou do baú’ os atos antidemocráticos do 8 de janeiro que, segundo ele, tiveram apoio de Bolsonaro, os quais defendiam a ruptura institucional e a implantação de uma nova ditadura, chegando ao ponto de depredar e vandalizar prédios dos Poderes que representam as liberdades democráticas e a República.

“Mas Bolsonaro foi além, Bolsonaro também tirou dos brasileiros a liberdade de viver quando negou vacinas aos brasileiros no período de maior sofrimento na pandemia. Tirou dos brasileiros a liberdade de comer quando levou o Brasil de volta ao mapa da fome e aumentou a fome em nosso país. Tirou do povo brasileiro a liberdade de trabalhar quando aumentou o desemprego no nosso país. Bolsonaro e o ‘bolsonarismo’ radical são a negação absoluta das liberdades democráticas e por isso, essa manifestação de hoje é tão inusitada”, relembrou.

O opositor da extrema-direita afirmou que é o campo progressista e democrático que sustentou as liberdades democráticas em nosso país de manifestar e votar, de agir. “Mas também, a liberdade de viver, de comer e de trabalhar. Bolsonaro, tome vergonha! Liberdade democrática e ‘bolsonarismo’ não têm nenhuma conexão”, concluiu o pré-candidato.

 

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Ilustração/Foto: Marcus Reis/Reprodução/Instagram/marceloramos.am

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