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quarta-feira, abril 17, 2024

Em debate de senadores, Marília Freire alfineta adversários por ‘falta de memoria’ e crítica Menezes por pergunta repetida

Crítica foi feita durante o debate com os candidatos ao Senado pelo Amazonas, promovido pelo Portal A Crítica, na noite desta quinta-feira, 15/9

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Durante o debate de candidatos ao Senado pelo Amazonas, promovido pelo Portal A Crítica, na noite desta quinta-feira, 15/9, a candidata do PSol, Marília Freire, criticou o fato dos adversários errarem constantemente seu nome e de seus colega e disse que a assessoria do candidato Coronel Menezes (PL), deveria orientar melhor o candidato para o mesmo não fazer perguntas repetidas.

“Há um problema aqui. Chamam o Arthur de Eduardo, Marília de Emília. Parece que estão um pouco confusos com os nomes. Mas eu sou a Marília, a única candidata mulher a concorrer ao Senado nas eleições de 2022. E parece que alguns candidatos ainda não conseguiram decorar o meu nome”, criticou antes de responder a pergunta feita por Menezes sobre a influência da operação Maus Caminhos no sistema de saúde vivenciado na pandemia da Covid-19 no Estado.

Pergunta essa também criticada pela candidata que lembrou de ter respondido o mesmo questionamento em um debate anterior.

“O candidato Coronel Menezes já me fez essa pergunta em outra oportunidade. Sugiro a assessoria, embora a gente não vá ter outro debate, que de uma renovada aí na pergunta. Mas eu vou responder de novo, porque a gente está aqui para construir propostas e apresentar a que a gente veio”, disse ela ao responder que o rombo, causado pelo desvio de verba pública, trouxe reflexos, mas não foi o único culpado.

“O rombo vem refletindo na falta de estrutura, de ambulâncias, na falta de oxigênio, mas a gente também precisa não encontrar um único culpado. É preciso a gente entender que todos os tomadores de decisões relativas à pandemia, no momento que ela aconteceu, são corresponsáveis pelos desastres, pelas mortes e pelo genocídio que o Brasil viveu”, disse Freire antes de se emocionar ao lembrar-se da perda do irmão, vítima da Covid-19, e ao citar que o Presidente Jair Bolsonaro (PL), recebeu informes sobre a falta de oxigênio no Amazonas e ainda assim nada fez.

Em sua réplica, Coronel Menezes, se solidarizou com a perda do irmão, defendeu “sutilmente” o Governo Federal e disse que “várias pessoas passaram pelo Executivo, e ao longo do tempo, pelo Senado” e não tiveram nenhum olhar diferenciado para o seguimento da saúde.

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Por Izabel Guedes

Foto: Reprodução Portal A Crítica

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