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segunda-feira, julho 22, 2024

Fausto Júnior afirma que mãe vem recebendo ameaças de morte desde depoimento na CPI da Covid

A mãe do deputado estadual, conselheira do TCE Yara Lins teria começado a receber ameaças de morte após o depoimento do filho na CPI da Covid, no Senado, no último dia 29. As ameaças teriam partido de três números registrados com DDD do Amazonas. A suspeita é de que os números sejam de Manaus.

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O depoimento do deputado estadual Fausto Júnior (MDB) na CPI da Covid, no Senado, segue rendendo desdobramentos. Desta vez, o respingo caiu sobre a segurança da mãe do deputado, a conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) Yara Lins, que estaria sofrendo ameaças anônimas por meio de ligações telefônicas. As ameaças geraram o registo de Boletim de Ocorrência (BO).

Conforme o deputado, a conselheira recebeu ligações de três números diferentes com ameaças de morte. A informação foi divulgada pelo parlamentar nesta sexta-feira, 2/7. Pelas redes sociais, Fausto Júnior declarou que ele, a mãe e a irmã possuem o mesmo patrimônio, moram na mesma casa e viajam para o mesmo lugar desde antes de ele ter mandato e que as especulações feitas contra ele e a família, de aumento patrimonial desproporcional, “nada mais é do que uma tentativa de se criar uma narrativa para atacar a honra dele, da mãe e da irmã.

“Isso é uma forma covarde de atacar alguém que foi ao Senado apenas para falar a verdade, mas nada disso vai me intimidar. Lamentavelmente venho aqui falar, de uma forma muito serena, muito tranquila, que é da minha personalidade, do meu perfil, que eu já encaminhei até os órgãos de segurança do meu Estado essas ameaças, fizemos um boletim de ocorrência sobre as ligações com ameaças de morte que minha mãe vem recebendo. Isso é muito triste, mas nos motiva e mostra que estamos enfrentando um sistema, pessoas absolutamente maldosas”, afirmou.

O deputado falou ainda que espera que a Justiça do Amazonas identifique e puna os envolvidos nas ameaças que a mãe do parlamentar estaria sofrendo.

“Não venho aqui de forma alguma acusar, mas pedir que a Justiça encontre os responsáveis e sejam presos por essa forma de intimidação. Isso é coisa de bandido, coisa de vagabundo e isso a gente não vai permitir. Estarei vigilante, protegendo sempre a minha família, tomando todos os cuidados necessários. Vamos vencer essa guerra”, declarou.

As ameaças estariam sendo feitas de três números de telefone de Manaus. Conforme a assessoria de comunicação do deputado, ao retornar a ligação para os números registrados as chamadas seguem direto para a caixa postal.

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Por Michele Gouvêa

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

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