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segunda-feira, julho 22, 2024

Médico, senador Otto Alencar critica intervalo entre aplicação da primeira e segunda dose da Pfizer no Brasil

Conforme o senador, o Ministério da Saúde não está cumprindo o prazo indicado pela fabricante que seria a aplicação da primeira e segunda dose com um intervalo de 21 dias, ao contrário disso, o intervalos entre as aplicações estão ocorrendo num prazo de 90 dias.

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Médico, o senador Otto Alencar (PSD-BA) chamou atenção para o intervalo em que a primeira e a segunda dose da vacina do laboratório Pfizer-BioNTech estão sendo aplicadas no Brasil.

Conforme o senador, o Ministério da Saúde não está cumprindo o prazo indicado pela fabricante que seria a aplicação da primeira e segunda dose com um intervalo de 21 dias, ao contrário disso, o intervalos entre as aplicações estão ocorrendo num prazo de 90 dias.

“A confusão que está no Brasil é uma coisa muito grave. O Brasil está aplicando a primeira dose e a segunda dose com 90 dias. Não é assim. A primeira dose aplicada agora deveria ter a segunda aplicada com 21. Do jeito que está sendo feito não dá imunidade celular. O paciente fica 90 dias sem cobertura, sem imunidade celular e nesse intervalo pode se expor, ter a forma grave da doença e ir a óbito”, afirmou.

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Da Redação

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

 

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