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segunda-feira, julho 22, 2024

Segundo colocado nas eleições de Coari afirma estar sofrendo ameaças do grupo de Adail Filho

Após a decisão do TSE que manteve a cassação do registro de candidatura do prefeito eleito de Coari, Adail Pinheiro Filho (PP), o empresário Robson Tiradentes Júnior (PSC), segundo colocado nas eleições de 2020, afirma estar sofrendo ameaças nos últimos dias por conta de divergências políticas

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Após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que manteve a cassação do registro de candidatura do prefeito eleito de Coari, Adail Pinheiro Filho (PP), o empresário Robson Tiradentes Júnior (PSC), segundo colocado nas eleições de 2020, afirma estar sofrendo ameaças nos últimos dias por conta de divergências políticas.

O empresário, que já confirmou que concorrerá nas eleições suplementares na cidade assim que elas forem confirmadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AM), conversou com o Portal O Convergente e afirmou que está levando o caso à polícia.

“Venho recebendo várias ameaças e essa do muro pichado é uma delas. Ontem (domingo) passaram em frente à minha casa. Um sujeito do grupo opositor para tentar me intimidar. Vou à delegacia fazer um Boletim de Ocorrência. Já estou em reunião com meus advogados. Minha vida tem que ser assegurada. Venho recebendo ameaças e todas elas são do grupo opositor”, afirma.

O posicionamento do empresário se deu em função de uma pichação na parede da casa de um dos seus correligionários. A frase, escrita com tinta vermelha diz: “20 vai morrer”. O número foi utilizado pelo candidato nas últimas eleições de Coari, quando recebeu 26% dos votos válidos.

Ação – O processo que motivou a cassação da candidatura de Adail foi feito pela coligação “Ficha Limpa para Coari”, que tinha Robson Júnior como candidato a prefeito.

A ação julgada pelo TRE no final do ano passado gerou vários recursos feitos pelo ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro Filho. A última, encaminhada ao TSE, foi negada em decisão monocrática tomada pelo ministro Tarciso Vieira de Carvalho Neto.

A decisão manteve o parecer do TRE que cassou a candidatura de Adail e de seu vice Keitton Pinheiro (PSD).  Na justificativa a corte afirma que os dois estavam em desconformidade com a legislação eleitoral, uma vez que a mesma proíbe integrantes do mesmo núcleo familiar de exercer mandados por mais de duas legislaturas consecutivas.

A data das novas eleições ainda não foi marcada e a decisão monocrática ainda cabe recurso, segundo especialistas.

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Por Izabel Guedes

Fotos: Divulgação e reprodução da internet

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