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sexta-feira, fevereiro 23, 2024

Servidores do IBAMA suspendem fiscalizações e iniciam greve em todo o país

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Os servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) iniciaram uma greve em todo o país em busca de melhores condições de trabalho e reivindicando a valorização da categoria. Essa paralisação teve início na terça-feira, 02/01, e começa em meio à falta de posicionamento do governo federal sobre as reivindicações da classe.

Os servidores do IBAMA exigem melhorias nas condições de trabalho, incluindo segurança, equipamentos adequados e estrutura física para desempenhar suas funções de forma eficiente, uma vez que as atividades desempenhadas por eles possuem um adicional de periculosidade por combater ações ilícitas, como o garimpo ilegal na Amazônia.

A categoria busca também a valorização salarial, além de melhores planos de carreira, alegando defasagem e falta de reconhecimento pelo trabalho desempenhado na proteção do meio ambiente. Com um quadro de funcionários com quase 2 mil pessoas em todo o país, a categoria destaca ainda a necessidade urgente de contratação de novos profissionais para garantir a eficácia das ações do órgão.

Autoridades do governo afirmam que estão em diálogo com os servidores e buscam soluções para atender às demandas. No entanto, ressaltam a necessidade de considerar as limitações orçamentárias. O Ministério da Gestão emitiu nota e afirmou que reinstalou a Mesa Permanente de Negociação com os servidores públicos. A pasta destacou que o grupo fechou um acordo de reajuste linear de 9% para todos os funcionários públicos, incluindo o Ibama, além do aumento de 43,6% no auxílio alimentação. O ministério do Meio Ambiente também se manifestou e disse estar aberto para negociações com os profissionais.

A equipe de reportagem do Portal O Convergente entrou em contato com a Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis no Amazonas, na pessoa de Joel Araújo, no entanto, até o fechamento desta reportagem, não obteve retorno. O espaço segue aberto.

Leia mais: CGU aponta erros em venda de refinaria no governo Bolsonaro

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