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sábado, maio 25, 2024

Roberto Cidade reconhece Paróquia Nossa Senhora das Dores, de Manicoré, como Patrimônio Cultural do Amazonas

Projeto de Lei também permite que as futuras gerações tenham mais interesse em proteger seus prédios históricos e o legado cultural que auxiliou na fundação do município

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No dia que a Igreja Católica festeja Nossa Senhora das Dores, título concedido à Mãe de Jesus, nesta quinta-feira, 15/9, o deputado estadual Roberto Cidade (União Brasil), reforça o Projeto de Lei n° 250/2022 que reconhece como Patrimônio Material, Histórico e Cultural do Estado do Amazonas, a Paróquia de Nossa Senhora das Dores, situada no município de Manicoré (distante a 332,08 km de Manaus).

“A Paróquia de Nossa Senhora das Dores, no Centro de Manicoré, é um patrimônio de grande valor para o estado do Amazonas, sobretudo, para o povo manicoreense. Faz parte da história da própria fundação do município. Por isso, nada mais justo do que fazer esse reconhecimento a algo tão importante para a população do município. A paróquia abriga uma festa religiosa importante para a população e que movimenta a economia do município também”, ressaltou o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

O reconhecimento também permite que as futuras gerações tenham mais interesse em proteger seus prédios históricos e o legado cultural que auxiliou na fundação do município.

“Reconhecer e resguardar um patrimônio tão importante para a nossa cultura é preservar a própria história do estado do Amazonas. O patrimônio material, histórico e cultural deve ser valorizado por todos e sua proteção é realizada por meio de políticas públicas que resguardem a memória coletiva e identidade cultural da população. Tenho certeza de que meus pares compreendem essa importância e serão favoráveis a esse projeto”, finalizou.

Patrimônio Cultural – Patrimônio material, histórico e cultural é definido como o conjunto de bens culturais, móveis ou imóveis, cuja conservação seja de interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história, quer por seu excepcional valor arqueológico, etnográfico, bibliográfico ou artístico. A partir do reconhecimento por meio de lei, o patrimônio passa a ser protegido e perpetuado, não podendo ser extinto ou destruído.

 

Da Redação com informações da assessoria de imprensa

Foto: Divulgação

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