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domingo, junho 23, 2024

TCE-AM nega recurso e mantém multa de R$ 183,6 mil a ex-gestora da Seinfra

Julgado em 2020, o processo que penalizou a ex-gestora da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), Waldívia Ferreira Alencar, apontou irregularidades em um termo de convênio firmado entre a Seinfra e uma empresa de construções. O julgamento do recurso aconteceu na manhã desta terça-feira, 19/4, durante a 13ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno. Com a decisão o valor deverá ser devolvido aos cofres públicos

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O Pleno do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) negou o recurso da ex-secretária de Estado de Infraestrutura, Waldívia Ferreira Alencar e manteve a punição de R$ 183,6 mil. A gestora esteve à frente do órgão em 2013 e foi multada por um termo de convênio firmado entre a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra) e uma empresa de construções. O julgamento aconteceu na manhã dessa terça-feira, 19/4, durante a 13ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno. Com a decisão o valor deverá ser devolvido aos cofres públicos.

O relatório apresentado pelo conselheiro Fabian Barbosa apontou que, apesar de ter dado justificativas em relação às irregularidades encontradas no convênio firmado, os motivos não foram considerados plausíveis.

Relembre o processo – Julgado em 2020 no Plenário da Corte de Contas, o processo que penalizou a gestora apontou um termo de convênio irregular firmado entre a Seinfra e uma empresa de construções. O termo tinha o objetivo de construir uma quadra e uma sala de aula para o Grêmio Recreativo Reino Unido da Liberdade.

No entanto, no relatório apresentado, à época, pela Diretoria de Obras Públicas do TCE-AM (Dicop), não foram justificados projetos de engenharia necessários para execução do projeto, por meio de um ART do responsável técnico, o que resultou na prorrogação sucessiva do convênio e não conclusão da obra.

Pelas irregularidades apontadas, Waldívia Ferreira Alencar foi multada em R$ 15 mil. O mesmo valor de R$ 15 mil em multa foi aplicado ao gestor da escola de samba, Jairo de Paula Beira Mar. Ele também foi considerado em alcance, juntamente com a empresa responsável pela obra, de R$ 153,6 mil.

​​Outros julgamentos – Ainda durante a sessão, foram julgados outros 13 recursos, nove representações, três embargos de declaração, uma prestação de contas, e analisada uma consulta.

A sessão foi conduzida pelo presidente da Corte de Contas, conselheiro Érico Desterro. Participaram os conselheiros Yara Lins dos Santos, Josué Cláudio e Fabian Barbosa, além dos auditores Mário Filho, Alípio Reis Firmo Filho, Luiz Henrique Mendes e Alber Furtado.

​​Próxima sessão – O presidente Érico Desterro convocou a 14ª Sessão Ordinária para a próxima segunda-feira, 25/4, às 10h. A sessão será transmitida, ao vivo, pelos perfis do TCE-AM nas redes sociais (YouTube, Facebook e Instagram).

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Da Redação com informações da assessoria de imprensa
Foto: Divulgação

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