O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) defendeu que o Brasil tenha armas nucleares e explicou o uso da expressão “banho de sangue” ao falar sobre medidas mais rigorosas no combate à criminalidade. As declarações foram dadas durante sabatina ao Jornal Nacional, na noite desta quarta-feira (26).
Segundo o presidenciável, o país precisaria desse tipo de armamento para ampliar sua soberania militar e negociar em condições de maior força com as potências internacionais.
Renan afirmou que, caso o Brasil queira se tornar uma das cinco maiores nações do mundo, terá que discutir a possibilidade de possuir armas nucleares.
“Banho de sangue”
Ao explicar a expressão “banho de sangue”, Renan Santos citou como exemplo um caso envolvendo um homem em São Paulo, ocorrido na semana passada, ao abordar suas propostas para a segurança pública.
Segundo o candidato, ao utilizar a expressão, ele defende uma atuação mais rígida contra criminosos e argumenta que a população não deve ser vítima da violência.
De acordo com Renan, o sangue tem que “jorrar” do criminoso, e não do “cidadão de bem”.
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