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terça-feira, abril 23, 2024

Trump anuncia controle rígido na imigração após ofensivas do Hamas, caso seja eleito

Durante seu período no cargo, uma política de restrição de viagens foi estabelecida, impactando a entrada de viajantes de sete nações de maioria muçulmana, como Irã, Líbia, Iraque, Sudão, Somália, Síria e Iêmen

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A corrida eleitoral pelo poder nos EUA está se intensificando neste ano. O polêmico magnata Donald Trump (Republicanos) é um dos candidatos que disputam a presidência. Durante um evento de campanha em Clive, Iowa, nesta terça-feira (20), Trump abordou os ataques do Hamas em Israel, sugerindo preocupações sobre possíveis ameaças aos EUA.

O ex-presidente americano aproveitou o evento para justificar e reforçar suas políticas rigorosas de imigração. O conjunto de propostas implica uma revisão significativa do sistema de imigração nos Estados Unidos e, se implementadas, provavelmente enfrentariam desafios legais.

Durante seu período no cargo, uma política de restrição de viagens foi estabelecida, impactando a entrada de viajantes de sete nações de maioria muçulmana, como Irã, Líbia, Iraque, Sudão, Somália, Síria e Iêmen. Essa restrição foi posteriormente expandida para incluir diversos países africanos. A proibição de viagens foi revogada pelo presidente Joe Biden (Democratas) após assumir o cargo em 2021.

Dono de um considerável poder aquisitivo, Trump assegurou, em sua candidatura, a instauração de uma “rigorosa avaliação ideológica para todos os imigrantes”. Além disso, declarou que os EUA barrariam a entrada de “lunáticos perigosos, inimigos, fanáticos e maníacos” buscando residência no país. Ele ainda afirmou sua intenção de proibir viagens provenientes de Gaza, Síria, Somália, Iêmen, Líbia, ou de qualquer local que representasse uma ameaça à segurança nacional.

Trump anunciou a intenção de cancelar os vistos de estudantes considerados “radicais antiamericanos e antissemitas” matriculados em instituições de ensino nos EUA, planejando deportá-los. Trump expressou desaprovação em relação aos protestos a favor da Palestina, sugerindo que enviaria agentes da Imigração e Alfândega para o que descreveu como “manifestações pró-jihadistas”. Ele finalizou a declaração ressaltando a necessidade de proteger o país diante dessas situações.

Ilustração: Marcus Reis

Leia mais: Netanyahu recorre às fake news para enfrentar isolamento, afirma Pimenta

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