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quarta-feira, junho 12, 2024

Segurança de Lula participava de grupo de mensagens com bolsonaristas que defendiam golpe de Estado

A PF descobriu que o tenente Coronel André Luis Cruz Correira era um dos integrantes após apreensão do celular de Mauro Cid

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Em investigação após a apreensão do celular de Mauro Cid, a Polícia Federal descobriu que um segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva era um dos integrantes de um grupo de mensagens com militares da ativa que defendiam um golpe de Estado, além de fazerem ameaças ao ministro Alexandre de Moraes.

Na semana passada, o jornalista da GloboNews Cesar Tralli informou que havia a suspeita. A informação só foi confirmada após a apreensão do celular de Mauro Cid, ex-ajudante de Jair Bolsonaro, e foi constatado que o tenente Coronel André Luis Cruz Correira estava no grupo.

Assim que foi descoberto, a Polícia Federal levou a informação ao Palácio do Planalto. O tenente foi demitido.

O segurança presidencial é subordinado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Correia atuava diretamente na segurança de Lula e, inclusive, participava de viagens oficiais da agenda do presidente.

A descoberta da Polícia Federal teria sido mais um fato para a quebra de confiança entre o órgão e o GSI. Isso porque a PF defende que a segurança presidencial seja feita pela Polícia Federal.

Segundo informações de bastidores, o GSI trata o episódio como mais um capítulo dessa briga. Integrantes do gabinete dizem que Correia não pode ser julgado por integrar o grupo sem saber se houve interação ou participação ativa dele nas conversas.

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