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terça-feira, julho 16, 2024

CPI da Covid aprova convocação de Queiroga e três últimos ex-ministros da Saúde

Os ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich prestam depoimento na próxima terça-feira, 4/5. O ex-ministro Eduardo Pazuello presta depoimento à CPI no dia 5. O atual titular da pasta, ministro Queiroga presta depoimento no dia 6

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O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM) confirmou na manhã desta quinta-feira, 29/4, que os ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich serão os primeiros a prestar depoimentos à comissão. Eles participarão remotamente na condição de testemunhas na próxima terça-feira, 4/5, de reunião da CPI.

Na quarta-feira, 5/5, será a vez de Eduardo Pazuello, ex-titular da Saúde. Na quinta-feira, 6/5, prestam esclarecimentos o atual chefe da pasta, Marcelo Queiroga e o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres. Aziz afirmou que a convocação do ex-secretário de Comunicação Fabio Wajngarten será decidida na próxima terça.

Bate-boca – A reunião desta manhã foi interrompida com bate boca entre o vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o relator Renan Calheiros (MDB-AL) e os senadores da bancada governista.

Enquanto a tropa de choque aliada do governo de Jair Bolsonaro pedia a apreciação de todos os mais de 200 requerimentos apresentados até a quarta-feira, 28/4, Randolfe retrucou afirmando que vários desses pedidos foram redigidos por funcionários do Palácio do Planalto.

No início dos trabalhos, Renan Calheiros falou que serão pedidos pela comissão documentos que mostrem como foram as negociações para compras de vacinas e remédios utilizados no combate à pandemia e todos os dados que detalham a transferência de recursos para os Estados da federação e o Distrito Federal.

Tropa de choque – Assim como na primeira sessão, terça-feira, 27, a reunião foi aberta com integrantes do bloco governista tentando paralisar a comissão. Dessa vez, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) argumentou que a CPI não poderia ouvir depoimentos de forma remota, como estava sendo sugerido.

Segundo Marcos Rogério, problemas técnicos poderiam comprometer as declarações e não se poderia ver as reações dos entrevistados. Eduardo Girão, outro da tropa de choque, reforçou a tese do senador de Rondônia.

Ele também defendeu o mandato de segurança enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a relatoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Aziz afirmou que fez uma reunião na noite dessa quarta-feira, 28/4, com o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Renan para falarem sobre os mais de 200 requerimentos enviados pelos senadores à comissão.

O senador disse também que sempre foi contra a ingerência de outros poderes no Legislativo e que não acha certo irem à Justiça pedir a retirada de um senador.

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Foto: Divulgação

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