34.3 C
Manaus
quinta-feira, fevereiro 22, 2024

Bolsonaro e PSL não entram em acordo e presidente segue sem partido

Entre as exigências feitas por Bolsonaro ao PSL estão o controle financeiro e dos diretórios do partido, bem como a expulsão de alguns membros

Por

No início de 2021, o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) havia estabelecido como meta uma definição sobre seu partido até o mês de março. O prazo se encerrou e seu futuro partidário ainda não foi definido.

Jair abriu negociações com cinco partidos para ‘chamar de seu’. O Partido Social Liberal (PSL) estava entre eles e um retorno à sigla não estava descartada. As conversas, porém, não avançaram.

Após brigas internas com comandantes do PSL, Bolsonaro saiu do partido em 2019 e os ataques não pararam por aí. Para retornar, presidente exige o controle sobre as finanças e diretórios para sua família, além da expulsão de alguns membros, como a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP).

Luciano Bivar (PSL-PE), presidente do partido, não demonstra disposição a entregar a sigla nas mãos dos ‘Bolsonaros’. O Delegado Waldir Soares (PSL-GO), deputado federal e presidente do partido em seu estado declarou, em entrevista ao portal O Popular, que “Bolsonaro precisa dizer por escrito que quer voltar ao PSL”.

Medida necessária – A filiação partidária é ponto fundamental para que Bolsonaro consiga disputar a reeleição em 2022. A Justiça Eleitoral estabelece que os candidatos precisam estar aptos em um prazo máximo de até seis meses antes do pleito.

O Aliança pelo Brasil, projeto de partido dos bolsonaristas, ainda não obteve registro por conta das assinaturas válidas para a criação da sigla na Justiça Eleitoral. Até 1º de abril, somente 90 mil apoiamentos foram levantados. São necessários 492 mil, com isso, dificilmente, a sigla disputará as eleições do ano que vem.

Fique ligado em nossas redes

Você também pode gostar

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -