A disputa pelo comando dos governos estaduais no segundo turno das eleições na Região Norte apresenta uma divisão igualitária entre homens e mulheres. No Acre, Amazonas e Tocantins, três mulheres e três homens concorrem ao cargo de governador. O segundo turno nos três estados está marcado para 25 de outubro.
Entre as mulheres que encabeçam chapas estão Mailza Assis (PP), no Acre; Professora Maria do Carmo (PL), no Amazonas; e Professora Dorinha (União Brasil), no Tocantins. Elas disputam o segundo turno contra Alan Rick (Republicanos), no Acre; Omar Aziz (PSD), no Amazonas; e Vicentinho Júnior (PSDB), no Tocantins.
Os dados representam uma divisão igualitária entre os gêneros na cabeça de chapa: 50% das candidaturas ao governo são lideradas por mulheres e 50% por homens.

Mulheres são minoria entre candidatos a vice
O cenário muda quando são observadas as candidaturas a vice-governador. Das seis vagas nas chapas que disputam o segundo turno nos três estados, duas são ocupadas por mulheres e quatro por homens.
No Acre, Jéssica Sales (MDB) é candidata a vice-governadora na chapa de Mailza Assis, enquanto Fábio Ricardo Leite (PP) compõe a candidatura de Alan Rick.
No Amazonas, Alessandra Campelo (PSD) é candidata a vice-governadora na chapa de Omar Aziz, enquanto Coronel Aníbal (PL) integra a candidatura de Professora Maria do Carmo.
Já no Tocantins, as duas chapas têm homens como candidatos a vice: Amélio Cayres (MDB), na chapa de Professora Dorinha, e Atos Gomes (Republicanos), na candidatura de Vicentinho Júnior.

Com isso, as mulheres representam 33,3% das candidaturas a vice-governador, enquanto os homens correspondem a 66,7%.
Considerando os 12 nomes que disputam os cargos de governador e vice-governador nos três estados da Região Norte, são cinco mulheres e sete homens. As mulheres representam 41,7% do total, enquanto os homens correspondem a 58,3%.

O recorte considera exclusivamente as chapas que chegaram ao segundo turno no Acre, Amazonas e Tocantins, sem incluir os estados da região que definiram a eleição para governador no primeiro turno.
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