A Justiça Eleitoral apresentou a mascote oficial das Eleições 2026: Pilili. Inspirada na urna eletrônica, a personagem foi criada para atuar como símbolo das campanhas institucionais e reforçar mensagens sobre a importância do voto e da participação democrática.
Definida como defensora da democracia, acessível e sociável, Pilili será utilizada como porta-voz da Justiça Eleitoral em diferentes formatos de comunicação. A proposta é ampliar o alcance das campanhas educativas com linguagem mais próxima do público.
Sem gênero definido, a mascote representa neutralidade e ausência de estereótipos, já que sua criação partiu da inspiração em um equipamento eletrônico. O nome “Pilili” remete ao som característico emitido pela urna eletrônica, reconhecido pelos eleitores ao longo das últimas eleições.
O desenvolvimento da personagem teve início em 2023, a partir de uma proposta da Coordenadoria de Mídias e Web (Coweb), vinculada à Secretaria de Comunicação e Multimídia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Apesar de não possuir voz, Pilili foi projetada para ser comunicativa. A interação com o público ocorre por meio de gestos, além do uso de elementos gráficos como legendas e balões de fala em animações e conteúdos digitais.
A mascote também poderá incorporar acessórios que representem culturas regionais, participando de festas populares e outras manifestações culturais pelo país.
Segundo o TSE, a personagem não possui qualquer vinculação ideológica ou partidária. A proposta é utilizá-la em campanhas educativas em múltiplas plataformas, com animações em 2D e 3D, vídeos informativos, tutoriais, publicações em redes sociais e materiais gráficos impressos.
*Com informações do TSE


