Nesta sexta-feira (12), o governo dos Estados Unidos oficializou a retirada do nome do ministro Alexandre de Moraes e de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de sanções da Lei Magnitsky. O ministro havia sido incluído em julho; Viviane, em 22 de setembro.
A Lex Institute, entidade apontada anteriormente pelo governo americano como responsável por administrar imóveis ligados ao magistrado, também foi excluída da relação.
Nos últimos meses, a gestão de Donald Trump vinha direcionando críticas a Moraes, acusando-o de autorizar “prisões preventivas arbitrárias” e de restringir a liberdade de expressão no Brasil.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou que recebeu com “tristeza” a decisão do governo dos Estados Unidos de retirar as sanções aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Recebemos com pesar o anúncio feito pelo governo americano. Agradecemos o apoio que o presidente Donald Trump prestou durante todo esse processo e a atenção dedicada à grave crise de liberdades que atinge o Brasil”, declarou o parlamentar.
Ele também lamentou que o país, segundo ele, não tenha conseguido consolidar uma base política sólida para enfrentar seus próprios entraves internos.
“A sociedade brasileira teve uma oportunidade única em mãos, mas faltou unidade. A ausência de coesão e o pouco respaldo às iniciativas internacionais agravaram o cenário que vivemos hoje”, afirmou.
*Com informações da CNN
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