O governador Roberto Cidade vistoriou, nesta sexta-feira (28), as obras de reforma e revitalização da Maternidade Azilda da Silva Marreiro, na zona Norte de Manaus. As intervenções abrangem diferentes setores da unidade e são realizadas por etapas para manter os atendimentos às pacientes e aos recém-nascidos durante os serviços.
Entre os espaços contemplados estão o Banco de Leite, a recepção, o alojamento conjunto e os banheiros. Segundo o Governo do Amazonas, as obras fazem parte das intervenções realizadas na rede estadual de saúde para adequação da estrutura e dos fluxos assistenciais.
“Estamos acompanhando de perto as intervenções na Maternidade Azilda Marreiro, que está recebendo melhorias em diferentes áreas. O Banco de Leite está em fase de conclusão, e também já foram revitalizados espaços como a recepção e o alojamento conjunto”, afirmou Roberto Cidade.
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Banco de Leite em fase de conclusão
De acordo com o cronograma, a revitalização do Alojamento Conjunto (Alcon 1) já foi concluída e o espaço está em funcionamento.
Atualmente, os trabalhos estão concentrados na conclusão do Banco de Leite, destinado ao apoio à alimentação de recém-nascidos, principalmente bebês prematuros e de risco. A reforma dos banheiros e intervenções em outros setores também fazem parte do planejamento.
O secretário de Estado de Saúde, Luis Alberto Saraiva, afirmou que a modernização do Banco de Leite busca melhorar a estrutura de um serviço que também atende demandas de outras maternidades da rede estadual.
“O Banco de Leite foi um dos primeiros do Amazonas e tem um papel importante no atendimento aos recém-nascidos. Por isso, a ampliação e a modernização desse espaço são necessárias para melhorar as condições de funcionamento e de atendimento”, declarou.
27 unidades passam por intervenções
A reforma da Maternidade Azilda Marreiro integra um conjunto de intervenções realizadas em unidades da rede estadual de saúde.
Segundo o Governo do Amazonas, atualmente 27 unidades passam por serviços de manutenção, revitalização e adequação dos fluxos assistenciais.
A previsão é que as intervenções sejam concluídas até dezembro deste ano.


