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quinta-feira, janeiro 8, 2026

Forças Armadas americana confirma apreensão de petroleiro russo

Operação no Atlântico Norte ocorreu poucas horas após a Rússia enviar ao menos um submarino para escoltar a embarcação

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As forças armadas dos Estados Unidos confirmou, por meio das redes sociais, que apreenderam um petroleiro de bandeira russa perseguido por Washington há vários dias. A informação foi confirmada pelo Comando Europeu das Forças Armadas dos EUA no X, nesta quarta-feira (7) e o navio está sob controle do Departamento de Segurança Interna dos EUA.

A operação teve o apoio das Forças Armadas, do Departamento de Justiça e do Departamento de Defesa. A Rússia ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

No X, a secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS), Kristi Noem, falou sobre o sucesso na apreensão do navio e disse que podem até fugir, mas não podem se esconder.

A operação no Atlântico Norte ocorreu poucas horas após a Rússia enviar ao menos um submarino para escoltar a embarcação. EUA tentavam apreendê-lo há duas semanas para “interromper o mercado ilícito” da venda do combustível fóssil no mundo, segundo o jornal Wall Street Journal.

O bloqueio ao petróleo da Venezuela segue “em pleno vigor”. “O bloqueio ao petróleo venezuelano, tanto o autorizado quanto o ilícito, permanece em pleno vigor — em qualquer lugar do mundo”, escreveu o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth.

Não havia embarcações russas nas proximidades do Bella 1 quando a Guarda Costeira dos EUA abordou o navio. Informação foi apurada pelo jornal The New York Times com dois oficiais americanos.

Várias aeronaves militares americanas partiram de bases na Grã-Bretanha em direção ao petroleiro de bandeira russa. Dados de sites de rastreamento de voos mostram a movimentação na manhã de hoje. Além disso, informações de navegação mostram que o petroleiro fez uma curva acentuada à direita no Atlântico Norte no início da manhã, apurou o NYT.

Outro petroleiro foi interceptado no Caribe e está sendo levado para os EUA. O chamado M/T Sophia, estava ostentando falsamente uma bandeira camaronesa, informou o Comando Sul, das Forças Armadas dos EUA, no X. O navio seria “apátrida, pertencente à frota clandestina, que operava sem autorização”.

*Com informações UOL

Leia mais: Trump afirma que Venezuela enviará 50 milhões de barris de petróleo aos EUA

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