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quinta-feira, abril 3, 2025

Diretores Técnicos da Amazonas Energia devem depor na CPI da Energia da Aleam no dia 11 de março

O requerimento que convoca os diretores técnicos da concessionária de Manaus, Rodrigo Moreira, e do interior, Radyr Gomes, para deporem na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Amazonas Energia, foi aprovado pelos deputados que integram a CPI, na reunião ocorrida nesta segunda-feira, 21/2

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Os deputados estaduais que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Amazonas Energia da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), aprovaram, nesta segunda-feira, 21/2, o requerimento que convoca o diretor técnico da concessionária em Manaus, Rodrigo Moreira, e do interior, Radyr Gomes, para deporem junto à comissão. A oitiva foi marcada para o dia 11 de março, às 14h, no auditório Cônego Azevedo da Aleam.

A informação foi dada pelo presidente da CPI da Amazonas Energia, deputado estadual Sinésio Campos (PT), durante a 26ª reunião itinerante, que ocorreu na tarde desta segunda,21, no bairro Parque 10 de Novembro, zona Centro-Sul de Manaus.

“O senhor Radyr Oliveira foi chamado para uma oitiva na reunião da CPI e afirmou que não havia encontro de contas e que a Amazonas Energia não se apropriava da taxa de contribuição de iluminação pública, a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip). Isso foi desmentido pelo prefeito de Barcelos, Edson Mendes (MDB), onde realizamos a reunião itinerante. Iremos reconvocá-lo de novo, não apenas por isso, mas também por conta da situação da energia elétrica no interior”, declarou Sinésio Campos.

Durante a reunião, os moradores do bairro Parque 10 levaram as queixas e dúvidas à Comissão.“Eu pagava uma média de R$ 200 a R$ 300. Depois que trocaram os medidores por esses novos, que chamam de automação, minha luz começou a disparar para R$ 930 ou R$ 940. Quero saber por que o medidor antigo contava menos e esse atual conta mais. É um absurdo eu pagar de junho pra cá quase R$ 12 mil reais de conta”, reclamou Walderlício de Queiroz.

O defensor público Cristiano Pinheiro Costa, representando a Defensoria Pública do Estado (DPE-AM) na reunião, falou sobre a Ação Civil Pública coletiva ajuizada pela Defensoria contra a empresa.

“Há uma insegurança jurídica e os consumidores não sabem em qual medidor confiar. Na ação que movemos, nós pedimos anulação de todas as cobranças, inclusive do novo sistema, e pedimos devolução em dobro e em dinheiro, e também que passe a ser cobrada a taxa mínima. Pedimos ainda que todo esse sofrimento e angústia sejam ressarcidos, então pedimos R$ 2 milhões de indenização, que devem ser divididos entre todas as unidades de consumo impactadas”, explicou.

O encontro foi a 5ª e última reunião itinerante realizada nos bairros de Manaus. No próximo mês a mesma será realizada no município de Tabatinga, no dia 4 de março, às 9h, na Câmara Municipal da cidade.

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Por Redação com informações da assessoria de imprensa

Foto: Divulgação

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