O ministro André Mendonça, do André Mendonça, tomou as primeiras providências à frente da relatoria do inquérito que apura irregularidades envolvendo o Banco Master, reforçando o papel da Polícia Federal (PF) no caso e despertando atenção no Congresso Nacional.
Ao assumir a condução do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), Mendonça adotou medidas que ampliam o acesso e ação de agentes da PF nas investigações, em um movimento que derruba limitações impostas pela relatoria anterior e pode influenciar o andamento dos trabalhos legislativos relacionados ao tema.
A mudança de postura ocorre no contexto da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao banco. Com a nova orientação, a PF deverá concluir e encaminhar ao STF um relatório sobre a primeira fase das apurações ainda no fim de fevereiro ou início de março, segundo fontes da própria corporação.
As decisões também repercutem no Congresso, especialmente em torno da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que investiga fraudes no instituto e tem vínculos com elementos do caso Master. Parlamentares e líderes legislativos observam as movimentações da Corte, avaliando como as mudanças no rumo da investigação podem afetar as agendas de fiscalização e de deliberação.
A estratégia de Mendonça marca uma guinada em relação à condução anterior, aumentando a liberdade da PF para conduzir diligências, como tomada de depoimentos e exame de provas, e reduzindo barreiras ao acesso dos investigadores às informações e dispositivos apreendidos.


