O cenário político do Amazonas para as eleições de 2026, ao Governo do Amazonas, ainda é dada como incerta, tanto para os nomes que vão disputar o pleito quanto quem sairá vencedor e vai ocupar a cadeira governamental.
O tema foi debatido no podcast As Jornalistas, nesta sexta-feira (23), que reuniu as comunicadoras @arthemisagadelha, @audreylbb, Erica Lima e @eukarlacosta, para uma análise dos principais nomes que já se movimentam nos bastidores.

Entre os possíveis pré-candidatos estão o senador Omar Aziz (PSD), a empresária Maria do Carmo Seffair (PL), o prefeito de Manaus David Almeida (Avante) e o vice-governador Tadeu de Souza (Avante).
Durante o podcast, as comunicadoras apontaram que agora que estamos no início do ano e embora os bastidores da política estejam bastante movimentados, há que se esperar mais mexidas no tabuleiro, que devem ocorrer mais para março.
“Não tem nada batido o martelo, a gente está falando de início de ano, se antecipou a eleição, mas o game, de fato e de direito, vai começar e quando ele começar, vários destes personagens estão munidos de muita estratégia de marketing político, de vários dossiês como eu já ouvi falar, então vão trazer todas àquelas notícias, vai ser um bombardeio que gente já está acostumado, porém, o que eu falei no início é que é uma briga de titãs”, pontuou Erica Lima que atua com pesquisas eleitorais há 20 anos no Amazonas.
O grupo destacou que, apesar das movimentações iniciais, o quadro ainda é considerado aberto, com alianças indefinidas, disputas internas e um eleitorado cada vez mais atento às pautas de gestão, resultados e credibilidade.
Durante a conversa, as jornalistas ressaltaram que Omar Aziz mantém forte capital político e articulação nos municípios, enquanto Maria do Carmo desponta como um nome que dialoga com o setor produtivo e o eleitorado conservador.
David Almeida aparece como um dos nomes mais lembrados pela visibilidade administrativa na capital, e Tadeu de Souza é visto como uma alternativa técnica e institucional, dependendo do desenho das alianças do atual governo. As comunicadoras apontaram que o desempenho dos próximos meses, a construção de narrativas públicas e a capacidade de ampliar bases eleitorais serão decisivos para consolidar candidaturas.
Sobre o momento pessoal vivido por David Almeida, em razão da morte de seu filho recém-nascido, o debate foi conduzido com respeito e cautela. As jornalistas avaliaram que, embora o luto naturalmente gere uma pausa na agenda política, qualquer impacto eleitoral só poderá ser mensurado ao longo do tempo, considerando a resposta da população, a retomada das atividades públicas e o ambiente emocional do eleitorado. O consenso foi de que a eleição de 2026 permanece marcada por incertezas e que o cenário ainda pode sofrer mudanças significativas até a definição oficial das candidaturas.
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