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sexta-feira, janeiro 9, 2026

Moraes considera ilegal atuação do CFM após nota sobre atendimento médico a Bolsonaro

Moraes vê desvio de finalidade em ação do CFM e aciona a Polícia Federal

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (7) que a Polícia Federal (PF) tome o depoimento do presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran da Silva Gallo. A decisão ocorre após a divulgação de uma nota da entidade que levantou questionamentos sobre o atendimento médico prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Mais cedo, o CFM havia orientado o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal a abrir, de forma imediata, uma sindicância para apurar a assistência médica oferecida a Bolsonaro. No entanto, Moraes considerou a iniciativa irregular e declarou sem efeito a determinação do conselho.

De acordo com o ministro, o CFM não possui competência legal para fiscalizar o caso específico, classificando a atuação da entidade como ilegal. Com isso, a PF deverá ouvir o presidente do CFM no prazo de até dez dias.

Na decisão, Moraes afirmou que a medida adotada pelo conselho evidencia “desvio de finalidade”, além de demonstrar “total ignorância dos fatos” relacionados ao atendimento médico.

*Com informações da CNN

Leia mais: PF diz ao STF que não há como trocar Bolsonaro de Cela por causa de barulho

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